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RISCO DE INCÊNDIO NAS INSTALAÇÕES HOSPITALARES


Incêndios em hospitais são cada vez mais frequentes no Brasil. Construções antigas, recém-inauguradas, ou até mesmo ainda em obras, comungam desta triste realidade. A falta de manutenções preventivas em sistemas de instalações, notadamente elétricos e de climatização, despontam como grandes responsáveis pelo maior número de ocorrências. Observa-se ainda a falta de conhecimento e conscientização dos gestores sobre riscos nas unidades de saúde, onde a fiscalização e a capacitação das equipes normalmente são falhas.

As edificações hospitalares são detentoras da maior complexidade de utilidades industriais, dentre as instalações urbanas. As Utilidades são o conjunto de sistemas e subsistemas que garantem a operação de máquinas e equipamentos dentro das condições de projeto: as condições ambientais, a qualidade dos insumos e os requisitos de segurança técnica e operacional.

Por exemplo, entendendo uma Ressonância Magnética como um equipamento médico-hospitalar industrial, sabemos que, para o seu perfeito funcionamento, existem requisitos ambientais (temperatura e umidade), requisitos da qualidade dos insumos (energia elétrica, aterramento, água gelada, etc), bem como requisitos de garantia de segurança de operadores e usuários.

A utilização de tecnologias avançadas no ambiente hospitalar traz consigo a necessidade de aperfeiçoamento de instalações, treinamento de operadores e, sobretudo, requisitos de engenharia para a saúde e longevidade do parque tecnológico.



BRASIL REGISTRA 31 INCÊNDIOS EM HOSPITAIS SÓ EM 2020

(CNN 28 de outubro de 2020 às 06:59)



É triste receber estas notícias em mídia nacional.

Notadamente entre as causas mais prováveis estão os riscos elétricos envolvendo: redes de distribuição interna de cargas; sistemas de geração de emergência; sistemas de climatização e sistemas de exaustão mecânicas. Aparece então a figura da falta de manutenção preventiva das organizações de saúde.

Será que podemos realmente atribuir tantas ocorrências a este único vilão – falta de manutenção preventiva? Não existem outros fatores envolvidos?

Esta Organização primou pela condição de projeto das suas instalações?

Foi garantida a execução das obras, reformas, ampliações, em atendimento aos requisitos legais exigidos?

Quando do recebimento das instalações, foram realizados testes de performance que certificaram as condições de operação dimensionadas em projeto?

Nós do Grupo Ebem Tecsaude entendemos que somente através da implantação de um Setor de Engenharia Integrada nos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde é possível zelar pela segurança do edifício hospitalar, suas instalações e seu parque de equipamentos médico-hospitalares.

Cabe ao Setor de Engenharia Integrada o cuidado na análise de ampliações, de forma preditiva e preventiva, evitando possíveis transtornos operacionais, bem como garantindo a segurança das instalações para médicos, pacientes e demais usuários dos sistemas de saúde do país.

QUER SABER MAIS SOBRE ESTES E OUTROS BENEFÍCIOS DE UMA ENGENHARIA HOSPITALAR INTEGRADA? Entre em contato conosco:

www.tecsaude.com.br



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