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  • Yuri Araújo

Desmistificando a Engenharia de Manutenção Predial Hospitalar e a Engenharia Clínica

Os cuidados em Saúde no Brasil foram iniciados através das Santas Casas de Misericórdia espalhadas por diversas capitais portuárias nacionais. Os primeiros hospitais apresentavam estrutura rudimentar com coberturas de folhas de bananeira. Anos mais tarde, a arquitetura dos hospitais sugeria salas amplas, com ventilação cruzada, janelas de grandes dimensões, para que se aproveitasse o melhor da radiação solar matinal (VASCONCELOS; SILVA, 2006).


Com o aparecimento de novas doenças, a necessidade de cuidados intensivos e de isolamento de pacientes com patologias contagiosas, a arquitetura hospitalar começou a solicitar outros requisitos de instalações com um grau de complexidade muito maior.

Paralelamente, a Bioengenharia se desenvolve e traz consigo maior rigor ainda nas instalações. Isto sem dúvidas representa um aumento sensível nos custos de implantação das unidades de saúde (LUCATELLI; OJEDA, 1998).


Os hospitais são organizações complexas que necessitam de boas práticas de gestão orientadas ao aprimoramento de sua eficiência em sua atividade-fim. Entretanto, em termos administrativos, observam-se recorrentes conflitos envolvendo áreas técnicas e gerenciais (FARIAS, ARAUJO, 2017).


O Grupo EBEM TECSAÚDE representa hoje 23 anos de atividade em Engenharia Hospitalar e Clínica, e vem participando neste período de todos os movimentos da Engenharia na Saúde do Brasil, compreendendo a Engenharia de Manutenção Predial, a Engenharia Hospitalar e a Engenharia Clínica.




A Integração da Engenharia de Manutenção Predial Hospitalar e a Engenharia Clínica

As áreas da Engenharia na Saúde normalmente são tratadas de forma estanque. Nós, no entanto, desmistificamos este conceito, pois constatamos que são ações extremamente integradas e complementares, onde atuamos com sinergia e podemos ser uteis em cada uma destas atividades.


O que as une, são as necessidades aos gestores em saúde, sejam das áreas administrativas ou assistenciais, da necessidade de um modelo de gestão onde sejam apresentados de forma sistêmica, relatórios de atividades, indicadores de performance, estudos de CAPEX e OPEX, que viabilizem a assertividade na tomada de decisões.


Por Engenharia de Manutenção Hospitalar entendemos as ações de cuidados ao parque de utilidades do Estabelecimento Assistencial de Saúde. O foco é todo o parque de instalações especiais de um Hospital, contemplando os cadernos respectivos, conforme as normas técnicas específicas da ABNT, onde podemos citar didaticamente o Caderno de Instalações Elétricas e de Comunicações, Instalações de Climatização e Refrigeração Industriais, os Cadernos de Gases Medicinais e Vácuo Clínico, os Cadernos de Equipamentos Eletromecânicos, enfim, todo o conjunto de disciplinas de engenharia de utilidades que apresentam especificidades na área de saúde e necessitam ser tratadas como tal.


Inteiramente correlacionada, aparece a Engenharia Clínica, a maior responsável pela segurança, confiabilidade e desempenho dos equipamentos de suporte à vida em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, e grande interlocutora da Engenharia com a área médica e assistencial. Um Serviço de Gestão de Engenharia Clínica requer uma consonância com os requisitos ambientais de seu parque, para o perfeito atendimento aos requisitos normativos e o prolongamento da vida útil esperada de cada recurso de tecnologia assistencial aportado.


A Engenharia de Manutenção Predial, representada por serviços de Reformas Civis e Ampliações, igualmente relevantes, envolvem artífices de manutenções civis para garantir a conservação e adequação do edifício hospitalar. O maior custo de uma organização neste setor é a folha de pagamentos. Devemos estudar sempre as ações necessárias, procurando programar e otimizar os serviços, para minimizar custos.


A responsabilidade por planejar, contratar, acompanhar e fiscalizar as ações de manutenção predial deve ser do Setor de Engenharia da Organização, uma vez que essas decisões afetam a segurança e longevidade das instalações e utilidades das áreas.


Os Serviços de Manutenção Predial, Hospitalar e Clínica de um Estabelecimento Assistencial de Saúde não podem ser entendidos como Commodities, uma vez que representam tecnologias específicas, com recursos integrados e interdependentes, e que, sem a expertise necessária na área, por parte dos players de Engenharia em Saúde, dificilmente trará os resultados almejados por gestores e investidores neste seguimento no Brasil.


Está pronto para a integração das Engenharias para diminuir os erros e ter a instituição de saúde ideal? Então, entre em contato conosco para agendar uma reunião, pelo site da TECSAÚDE ou pelo telefone, para conhecer melhor os serviços da maior empresa especializada em Engenharia em Saúde do Brasil!



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